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Cirurgia minimamente invasiva em ginecologia: técnicas e indicações

  • giovannamdamico
  • 22 de dez. de 2025
  • 1 min de leitura


A cirurgia minimamente invasiva tem transformado o cuidado ginecológico moderno. Hoje, muitos tratamentos que antes exigiam cortes maiores e recuperação prolongada podem ser feitos por técnicas mais seguras, precisas e com melhor resultado estético. Entre elas estão a histeroscopia, a laparoscopia e a cirurgia robótica.

 

Histeroscopia: Realizada por via vaginal, sem cortes externos. Com uma microcâmera, é possível avaliar o útero e tratar alterações diretamente. As indicações mais comuns incluem remoção de pólipos e miomas intracavitários, investigação de sangramentos e manejo de DIU. É um procedimento rápido e com recuperação leve.

 

Laparoscopia: Feita por pequenas incisões no abdômen. Permite realizar cirurgias como retirada do útero, tratamento de endometriose, laqueadura e remoção de cistos de ovário. Traz benefícios como menos dor, menor sangramento e retorno mais rápido às atividades.

 

Cirurgia Robótica: Evolução da laparoscopia, oferece visão ampliada e movimentos mais precisos. Indicada para os mesmos procedimentos, especialmente em casos que exigem maior delicadeza, como endometriose profunda. Proporciona menos dor e recuperação ainda mais confortável.

 

A cirurgia minimamente invasiva representa um avanço importante: menos trauma, menos complicações e um pós-operatório mais rápido, sempre com foco na segurança da paciente.

 

Se você recebeu indicação cirúrgica, conversar sobre essas técnicas pode ajudar a definir a melhor abordagem para o seu caso.

 
 
 

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